O “He-Man brasileiro”
O destaque mais inusitado é o ator Nicholas Galitzine, intérprete de He-Man. Segundo ele, a ligação com o Brasil vem da infância:
- Era fã da Seleção Brasileira de futebol.
- Mantinha uma bandeira do Brasil no quarto.
- Diz se considerar um “brasileiro honorário”.
Essa identificação acabou combinando com a popularidade histórica que o personagem teve no país.
Presença brasileira no elenco
O filme também reúne duas atrizes ligadas ao Brasil:
- Camila Mendes, conhecida pela série Riverdale, interpreta Teela.
- Morena Baccarin, famosa por trabalhos como Deadpool, também integra o elenco.
Segundo os próprios artistas e o diretor, essa coincidência não foi planejada, mas acabou fortalecendo a conexão do lançamento com o público brasileiro.
A visão do diretor
O diretor Travis Knight procurou preservar o espírito original do desenho dos anos 1980.
Em vez de transformar a franquia em algo excessivamente sombrio, como uma fantasia épica no estilo de The Lord of the Rings, ele preferiu abraçar o lado exagerado e fantasioso que marcou He-Man:
- tecnologia futurista;
- armas extravagantes;
- personagens caricatos;
- visual inspirado nos brinquedos e desenhos da década de 1980.
Jared Leto como Esqueleto
Outro ponto destacado é a atuação de Jared Leto como Esqueleto.
Houve especulações de que sua participação teria sido reduzida, mas Knight afirma que o ator esteve presente durante toda a produção e interpretou efetivamente o personagem com próteses e maquiagem elaboradas.
Por que o Brasil é importante para a franquia?
Durante os anos 1980 e 1990, o desenho He-Man and the Masters of the Universe teve enorme popularidade no Brasil, impulsionado principalmente pelas exibições na TV aberta. Por isso, o estúdio promoveu uma campanha especial em São Paulo, algo incomum para um blockbuster americano.
A estratégia reconhece que o Brasil continua sendo um dos mercados mais nostálgicos e apaixonados pela franquia, o que ajuda a explicar a recepção calorosa ao novo filme.
