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A Seleção foi pouco mais que nada na estreia da Copa

Brasil 1 x 1 Marrocos | Melhores momentos | 1ª rodada | Copa do Mundo FIFA 2026 A estreia da Seleção conseguiu frustrar mesmo quem já não tinha expectativas muito…

A Seleção foi pouco mais que nada na estreia da Copa

A Seleção Brasileira começou sua caminhada na Copa do Mundo de 2026 deixando mais dúvidas do que certezas. O empate em 1 a 1 com Marrocos, neste sábado, em Nova Jérsei, expôs problemas que já vinham sendo observados ao longo do ciclo e mostrou um time distante do desempenho esperado para quem sonha com o hexacampeonato.

Os primeiros minutos foram especialmente preocupantes. Desorganizado e sem conseguir controlar a partida, o Brasil viu os marroquinos dominarem as ações e abrirem o placar cedo. Durante boa parte do primeiro tempo, a equipe africana encontrou espaços com facilidade e teve oportunidades para ampliar a vantagem.

A responsabilidade pelo desempenho abaixo do esperado não pode ser atribuída exclusivamente ao técnico Carlo Ancelotti. O treinador assumiu a equipe em meio a um cenário turbulento na Confederação Brasileira de Futebol e ainda tenta corrigir problemas acumulados nos últimos anos. Além disso, a atual geração apresenta limitações em setores importantes, especialmente nas laterais e no meio-campo.

Ainda assim, parte das críticas inevitavelmente recai sobre o comandante italiano. Mesmo considerando que este foi apenas seu 13º jogo à frente da Seleção, alguns problemas foram evidentes. O principal deles foi o espaçamento excessivo entre os setores, permitindo que Marrocos encontrasse liberdade para construir jogadas e controlar o ritmo da partida.

A dificuldade brasileira para trocar passes, organizar a posse de bola e acelerar o jogo também voltou a aparecer. Nem mesmo a entrada de Lucas Paquetá conseguiu melhorar o cenário. O meio-campista teve dificuldades na distribuição e pouco contribuiu para dar fluidez ao time.

O resultado foi uma atuação coletiva apagada. Casemiro, Paquetá e Raphinha estiveram muito abaixo do nível que costumam apresentar. Em meio ao rendimento decepcionante, Vinicius Júnior foi a principal exceção. O atacante marcou um belo gol, responsável pelo empate, e foi o único jogador capaz de desequilibrar individualmente.

Ancelotti optou por uma formação mais cautelosa na estreia, mas surpreendeu em algumas escolhas. Ibañez e Douglas Santos começaram nas laterais, enquanto Igor Thiago foi escalado como centroavante. As mudanças promovidas na segunda etapa podem indicar caminhos para os próximos jogos, com Luiz Henrique ganhando espaço pela direita, Raphinha atuando mais centralizado e Matheus Cunha assumindo a referência ofensiva.

Por outro lado, a insistência em deixar Endrick fora das opções utilizadas durante a partida já começa a gerar questionamentos entre torcedores e analistas.

Apesar da atuação decepcionante, o empate mantém o Brasil em situação confortável no grupo. Os próximos compromissos contra Haiti e Escócia colocam a Seleção como favorita à classificação para a fase eliminatória.

Até lá, Ancelotti terá tempo para buscar ajustes e encontrar uma versão mais competitiva da equipe. Afinal, a história das Copas mostra que seleções campeãs nem sempre começam brilhando. Mas, se o Brasil repetir a atuação apresentada na estreia, a permanência no torneio pode ser mais curta do que os torcedores imaginam.