O streamer Adalton Rodrigues Junior, conhecido como Lodk, afirmou que se arrepende do episódio que terminou com a perda de um dedo durante uma transmissão ao vivo nos arredores do Rock in Rio. Após receber alta do Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, nesta segunda-feira (7), ele disse que pretende ser mais cauteloso nas próximas transmissões.
“Sim, eu me arrependo. Mas estou bem, tranquilo. Como eu sempre falo, transformo meus desastres em piada. Mas preferia ter ainda todos os dedos”, afirmou ao g1.
Lodk produz lives no formato IRL, em que transmite em tempo real passeios e situações vividas nas ruas. Segundo o streamer, ele e um amigo tinham ingressos para o festival, mas decidiram procurar possíveis falhas no perímetro da Cidade do Rock antes de entrar no evento.
Durante a ação, o anel que usava no dedo anelar da mão direita ficou preso em uma grade na região do Parque Olímpico. O acidente foi transmitido ao vivo.
O streamer contou que inicialmente não sentiu muita dor e só percebeu a gravidade do ferimento após o amigo alertá-lo. Ele recebeu atendimento no Hospital Lourenço Jorge, passou por cirurgia e teve alta nesta segunda-feira.
Streamer diz que vai mudar comportamento
Apesar do acidente, Lodk afirmou que não pretende abandonar as transmissões de rua. Ele, porém, disse que deverá reduzir a exposição a situações de risco.
“Daqui para frente, tenho que ser menos corajoso. Faço lives na rua. Semana passada estava em Barretos. Estou sempre viajando e transmitindo”, disse.
Nas redes sociais, o streamer chegou a brincar com o acidente ao anunciar uma “festa de despedida do dedo”. O objeto utilizado nas imagens, segundo ele, era um dedo de brinquedo.
Rock in Rio alerta para riscos
Em nota, o Rock in Rio lamentou o acidente e afirmou que o local onde ocorreu o episódio faz parte do perímetro da Cidade do Rock, mas não é uma área destinada à entrada do público.
Segundo a organização, o trecho possui acesso restrito, câmeras de monitoramento e só pode ser utilizado por pessoas autorizadas e credenciadas.
O festival também informou contar com mais de 2 mil vigilantes, além de 152 câmeras de monitoramento, drones, radares e outros equipamentos para reforçar a segurança do perímetro.
A organização voltou a alertar para os riscos de tentar acessar áreas restritas pulando grades ou por outros meios não autorizados.
