A cantora e empresária Preta Gil é homenageada nesta segunda-feira (20), data que marca um ano de sua morte, com o lançamento de duas produções audiovisuais que revisitam sua vida e legado: o documentário “Preta – Eu Não Ando Só” e a série “Meu Nome É Preta”.
Preta Gil morreu aos 50 anos, em Nova York, após complicações decorrentes de um câncer no intestino. A artista realizava um tratamento experimental nos Estados Unidos desde que foi diagnosticada com a doença, em janeiro de 2023.
Filha de Gilberto Gil, sobrinha de Caetano Veloso e afilhada de Gal Costa, Preta iniciou a carreira artística aos 29 anos, após atuar como produtora e publicitária.
O documentário “Preta – Eu Não Ando Só”, exibido pela TV Globo após a novela Quem Ama Cuida, reúne imagens inéditas dos últimos anos de vida da cantora, registradas por familiares e amigos. A produção conta com depoimentos de nomes como Carolina Dieckmann, Ivete Sangalo, Regina Casé, Ana Carolina, Gominho, além de Gilberto Gil, Francisco Gil e Sol de Maria.
Já a série documental “Meu Nome É Preta”, que estreia no Globoplay, é dividida em quatro episódios e acompanha a trajetória da artista desde a infância na Bahia até sua consolidação como cantora, empresária e uma das principais vozes em defesa da diversidade e da autoestima no Brasil.
Dirigida por Mini Kerti, a produção utiliza imagens de arquivo, registros pessoais e entrevistas da própria Preta Gil para construir a narrativa. O primeiro episódio será disponibilizado gratuitamente, inclusive para quem não é assinante da plataforma. Os capítulos seguintes serão lançados semanalmente, com o último previsto para 8 de agosto, data em que a artista completaria mais um aniversário.
