A dois anos dos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028, o Brasil caminha para manter a média de aproximadamente 20 medalhas conquistadas nas últimas três edições. A avaliação é baseada no desempenho dos atletas na metade do ciclo olímpico e indica que o país pode até superar o recorde de 21 pódios alcançado em Tóquio 2021.
Apesar do cenário positivo em quantidade de medalhas, a principal dúvida está na disputa pelos ouros. Hoje, poucos brasileiros chegam como favoritos absolutos em suas modalidades.
Entre os atletas com maiores chances de subir ao lugar mais alto do pódio estão a campeã mundial de taekwondo Maria Clara Pacheco, o medalhista olímpico Alison dos Santos nos 400 metros com barreiras, a ginasta Rebeca Andrade no salto, o marchador Caio Bonfim e representantes do surfe masculino, modalidade em que o Brasil domina o ranking mundial com nomes como Yago Dora, Ítalo Ferreira e Gabriel Medina.
Outros atletas aparecem entre os favoritos a medalhas, caso da boxeadora Beatriz Ferreira, do campeão mundial de taekwondo Henrique Marques, da judoca Rafaela Silva, do canoísta Isaquias Queiroz, da skatista Rayssa Leal e da seleção feminina de vôlei.
A lista também inclui nomes que seguem como fortes candidatos ao pódio, como Hugo Calderano, no tênis de mesa, Marcus D’Almeida, no tiro com arco, Ana Sátila, na canoagem slalom, Beatriz Souza, no judô, além de duplas do vôlei de praia e atletas do boxe, da ginástica e do surfe.
O panorama ainda pode mudar até 2028, já que diversas modalidades terão campeonatos mundiais, torneios classificatórios e definições de vagas olímpicas nos próximos dois anos. A expectativa é de que uma nova geração de atletas também ganhe espaço até a reta final do ciclo olímpico.
